31 de março de 2009

Coisas de mulher

Dona de uma imperfeição física e estética que, apesar dos pesares, e olhem que são muitos, não me vota, por enquanto, à galeria das mais medonhas, embora, desconfio, já pouco falte, eu acuso: os anúncios de produtos de combate à celulite e males semelhantes são irrealistas, mentirosos, forjados, trapaceiros, vigaristas e profundamente eficazes.

Coisas que se dizem numa redacção

«Ó T., não te podes drogar assim tanto!...»

“Actos hostis” não especificados, dizem eles

Jornalistas americanas detidas na Coreia do Norte.

30 de março de 2009

26 de março de 2009

Entretanto

vou só ali até Marraquexe e já venho.

Love is pain*

*em português: o amor é fodido

23 de março de 2009

Notas soltas sobre o fim-de-semana

Sempre a merda do futuro, a merda do futuro, e eu ah?






Quero ser feliz porra, quero ser feliz agora, que se foda o futuro, que se foda o progresso, mais vale só do que mal acompanhado, vá mandem-me lavar as mãos antes de ir para a mesa, filhos da puta de progressistas do caralho da revolução que vos foda a todos!

18 de março de 2009

A boa notícia

O Paulo Moura tem um blogue. Repórter à solta é o nome.

17 de março de 2009

Gran Torino

Um cinema para uma certa paz.

Kitchi, vem me pegar!

Caros dois, vá, três leitores do domingo à tarde: têm à vossa frente a recém auto-nomeada “justiceira de Campo de Ourique”. Intrépida, destemida e brava. Uma guerreira solitária e anónima, determinada a acabar com essa praga que é o estacionamento em cima das passadeiras. Mais precisamente em cima daquela parte rebaixada que permite ao desgraçado que anda numa cadeira de rodas aceder ao passeio protector. Luto também em nome dos peões donos de duas pernas andantes e viçosas e dos pais modernos, que já não passam sem o carrinho de bebé. Mas é o cidadão privado da sua mobilidade que me move. Nem é preciso explicar porquê, certo? Basta uma pessoa imaginar-se naquela situação, certo? Bem, digo eu.
Em Campo de Ourique, a falta de civismo, e até de solidariedade, espreita a cada passadeira. É verdade que há muitos carros e poucos lugares de estacionamento. O bairro não estava preparado para a abundância automóvel. De facto. Mas eu também moro lá e não estaciono em cima das passadeiras. Procuro melhor, escolho as horas em que saio e chego com a viatura, aparco longe de casa. Outros há que não pensam assim e eu acho mal. Ontem, por exemplo, tentava, por todos os meios, chegar a um passeio e não conseguia. Sujeita a ser trucidada por algum autocarro ou automobilista mais nervoso, lutava para ultrapassar aquela muralha de chapa e chegar, são e salva, ao passeio. Mas qual quê! Nem pela esquerda, nem pela direita. Era carro e mais carro e mais carro. E eu, que até sou elegante e esbelta e fininha (não sou, mas, pronto, é para vocês perceberem a ideia), não conseguia furar. É que não conseguia.
Deu-me cá uns nervos. Baixou em mim o espírito de implacável justiceira e, zás, pus um papelinho no pára-brisas. Com uns dizeres muito assertivos, a apelar à consciência do motorista. Pois que lhe perguntei como é que passaria ali acaso andasse eu numa cadeira de rodas. Pois que lhe disse que ele não era uma pessoa cívica. Toma que já almoçaste! Coisa que não se pode dizer do pobre esfomeado em cadeira de rodas que tenta chegar ao restaurante da esquina, se, per acaso, houvesse um pobre esfomeado em cadeiras de rodas a tentar passar por ali.

De maneiras que agora é assim. Carro em cima da passadeira? Papelinho no pára-brisas.
Isto ainda não é a selva, pessoas que têm automóveis e não querem procurar lugares válidos e legais para os estacionar. Não enquanto eu estiver por perto. Vá lá ver...

16 de março de 2009

Elis para sempre



Nasceu num 17 de Março glorioso.

15 de março de 2009

Coisas que descobri agora mesmo

Afinal é «não há estrelas no céu a dourar o meu caminho...» e não «não há estrelas no céu prá adorar o meu caminho».

Sim senhor, bela figura que andei a fazer estes anos todos.

9 de março de 2009

Dia dos namorados*


Para chorar a rir. Ou só chorar.


*É como o Natal: quando um homem quiser.

8 de março de 2009

5 de março de 2009

Palavras para quê?

Não há muito a dizer. O naco do momento - ou de sempre - é Brad Pitt. Ganhou a nossa sondagem (embora seguido de perto por Javier Bardem e Hugh Jackman, dois grandes queridos), tendo ocupado sempre o primeiro lugar. É um grande naco, não restam dúvidas. Cada vez melhor. E o papel de pai fica-lhe a matar, não fica?

Pronto. Brad forever.

Se bem que aquele que entra no Milk, o que faz de namorado dele, estão a ver?, acho que se chama James Franco, hummm, nham, nham, come to mama...

3 de março de 2009

E a gente ouve

É preciso que os pais percebam que não podem educar senão com o seu próprio corpo.

Fala João dos Santos

A criatividade começa por nós próprios, pela organização da nossa mente. Criamo-nos como pessoas, isto é, como seres que transportam consigo uma vida interior, em parte comunicável, em parte secreta, em parte ignorada.

Educação especial

O que se faz no ensino de crianças deficientes não tem nada de especial: faz-se nessas classes exactamente o mesmo que se faz, ou que se deveria fazer, com todas as crianças.

O grande João dos Santos há muitos, muitos anos.

2 de março de 2009

Fazer o bem também é fazer boa música

Já está à venda. Nome de código: Dark was the night. O resultado da boa vontade e de outras coisas divertidas dos meninos do projecto Red Hot. Entre os vários contributters, Fire, Arcade Fire.


Sobre ratos e mafiosos